O que bloqueia exatamente a versão gratuita?
Nada. Todos os modos, todas as geometrias, todos os tamanhos, todos os níveis, todas as definições
abrem-se e jogam-se, e qualquer código de partida funciona. O que limita é o facto de
terminar: fora da sua gama — Sudoku acima de 9×9, Calcudoku acima de 5×5, níveis Difícil
e Perito, mosaico, Mystery, valores acima de 10 — uma grelha só se preenche até uma parte das suas células.
Pode experimentar um Voronoi, um 26×26, um Colodoku de oito cores, jogar boa parte deles; simplesmente não
conseguirá terminá-los.
O jogo avisa três vezes: ao fechar um seletor logo que a parte muda, ao abrir a partida nomeando cada
razão, e quando o muro é atingido.
Quanto custa a versão completa?
2 € por ano, ou 10 € para sempre, à escolha, no Google Play. O jogo recusa os dois
financiamentos habituais de uma aplicação gratuita — a publicidade e a recolha de dados — e não tem nem
conta nem servidor: é financiado por quem o guarda, e por mais nada. A versão gratuita deixa experimentar
tudo, sem limite de tempo; a completa levanta os limites de preenchimento e acrescenta à impressão a lista
de resolução e o caminho do jogador. É a loja que trata do pagamento, nunca o jogo: não vê nenhum dado de
pagamento.
As minhas partidas ficam guardadas em algum lado?
No aparelho, e em nenhum outro lado: nada é enviado, nada é guardado online, nada segue uma conta. O
reverso: se desinstalar o jogo, as suas partidas desaparecem com ele, e não há de onde as recuperar. Se
uma partida lhe importa, copie o seu código de estado — a cadeia que traz a grelha e tudo o que nela
escreveu — e guarde-o onde quiser.
Um código de partida ainda funcionará daqui a cinco anos?
Sim. O código não traz a grelha mas o necessário para a refazer, e começa pela versão do gerador que a
fabricou — G1, G2… Como os geradores anteriores são conservados, um código nunca deixa de funcionar: o que
distribuir este ano abrirá a mesma grelha daqui a cinco anos. Uma chave de controlo, no fim, apanha
qualquer erro de escrita e qualquer troca de dois caracteres vizinhos.
Como jogo a mesma grelha que um amigo, ou que uma turma inteira?
Pelo código de partida — uma pastilha por baixo das ferramentas, um toque copia-o — que o outro escreve,
cola ou lê como QR a partir do botão Código do ecrã inicial. Para transmitir uma partida
em curso, com os seus valores e as suas notas, o botão marcado com uma grelha copia o código de
estado. E quando não há nem ecrã nem telemóvel, o papel: a grelha impressa traz o seu código e o seu QR.
O jogo funciona sem ligação?
Inteiramente. A aplicação não declara nenhuma permissão de rede: uma vez instalada, nunca mais precisa de
internet, e uma escola não tem nada a abrir na sua firewall. A demo web só precisa da rede para carregar a
página da primeira vez.
Em que aparelhos?
Hoje o jogo existe em duas formas: a aplicação Android — telemóvel ou tablet, versão gratuita ou completa —
e a demo web, que se abre num browser em qualquer computador, sem instalar nada, em
inzedoku.inzemobile.com.
As duas dão a mesma grelha para o mesmo código — medido grelha a grelha, não suposto.
Um teclado e um rato ligados a um telemóvel ou a um tablet também funcionam: nada é reservado à secretária.
Posso jogar no computador em vez do telemóvel, e passar de um para o outro?
Sim, nos dois sentidos, e sem conta: a demo web em
inzedoku.inzemobile.com tem todas as
geometrias, todos os modos e todos os níveis. Do computador para o telemóvel, o botão QR do ecrã de jogo
mostra a grelha — ou a partida tal como está, valores e notas incluídos, se ligar o interruptor — e o
telemóvel lê-a com Código → Ler um QR. Do telemóvel para o computador, o botão grelha
copia o código de estado da partida, para colar no browser com Código → Colar uma partida:
onze caracteres sem notas, um a mais por cada valor colocado.
O mesmo código dá exatamente a mesma grelha de ambos os lados — medido grelha a grelha, não suposto. Retoma,
portanto, exatamente onde estava, e pode voltar no outro sentido tantas vezes quantas quiser.
E as grelhas muito grandes num telemóvel?
O zoom com dois dedos e o deslocamento funcionam em todo o lado, mas um 16×16 não cabe confortavelmente
num telemóvel. Da primeira vez que ultrapassar nove células de lado, o próprio jogo o diz: esses tamanhos
jogam-se melhor no browser, num ecrã grande, com rato e teclado. Passe-lhe a partida, como explicado acima,
e continue do outro lado.
O jogo diz-me quando me engano?
Pode assinalar os conflitos — colocar um valor que contradiz uma célula já preenchida —
mas essa definição está desligada por defeito. Em contrapartida, nunca lhe diz que um valor está errado em
relação à solução enquanto não contradisser nada: isso seria jogar no seu lugar. A pré-visualização mostra
tudo — mas é um gesto que pede explicitamente.
Sou daltónico. O Colodoku é jogável?
Sim. A definição Daltonismo escolhe-se por tipo — deuteranopia, protanopia, tritanopia, acromatopsia —
porque os daltonismos não se compensam da mesma maneira. No Colodoku, junta-se um símbolo por cima da cor;
no multidoku, as molduras passam para um eixo que o seu tipo distingue, ou para padrões de traço quando
nenhuma cor é percebida. E algumas marcas do jogo não assentam na cor em nenhuma definição: a pastilha
cheia de uma gaiola certa, a cruz vermelha de uma cor repetida, o ponto preto de um valor dado.
Em que línguas?
Sete: inglês, francês, espanhol, português, italiano, alemão, neerlandês — e a escrita decimal segue a
língua, ponto ou vírgula. A língua muda-se a partir do menu ☰ do ecrã inicial, não no fundo das definições:
é a primeira definição de que se precisa.